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CONSUMO DAS FAMÍLIAS DEVE CRESCER QUASE 4% EM 2018, PREVÊ IBRE/FGV

Principal componente da demanda do Produto Interno Bruto (PIB), o consumo das famílias deve crescer 3,9% em 2018, perante um ano antes, apoiado sobre uma maior massa salarial (renda do trabalho e de outras fontes), de acordo com projeções do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Pelas contas da entidade, o consumo das famílias vai crescer, pelo menos, nos próximos cinco trimestres.

Fonte: ABAD

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O QUE PODE FAZER O DÓLAR DISPARAR NO COMEÇO DE 2018

Apesar dos sustos ao longo do ano, o dólar caminha para terminar 2017 no mesmo patamar que estava em janeiro: próximo dos 3,30 reais. Para 2018, no entanto, analistas esperam um ambiente mais instável, com fortes chances de valorização da moeda norte-americana.

Logo no comecinho do ano, um evento externo pode impactar bruscamente o câmbio. Trata-se do projeto dos EUA de repatriar os recursos que companhias norte-americanas têm fora do país. O plano do governo de Donald Trump é fixar taxas de impostos mais baixas para atrair empresas que levaram suas sedes para outros países.

Fonte: EXAME

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VENDAS DO NATAL SOBEM 5,6%

O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Natal 2017, reverteu três anos consecutivos de queda e cravou o melhor desempenho desde 2011. Durante a semana da data comemorativa, de 18 a 24 de dezembro, as vendas subiram 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No final de semana do Natal (22 a 24 de dezembro), houve aumento de 0,8% em todo o País na comparação com o final de semana equivalente ao do ano anterior (16 a 18 de dezembro de 2016).

Fonte: Supermercado Moderno

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AGRONEGÓCIO TEM PERSPECTIVAS POSITIVAS PARA 2018

A melhoria para o crédito rural também é uma perspectiva para 2018. Essa será uma das reivindicações das entidades de defesa e representação do setor primário da economia brasileira. Com a redução da Selic para 7%, é preciso rever a situação dos juros e demais encargos cobrados nas operações de crédito agrícola que tornaram-se relativamente elevados. A estabilização da inflação, associada à lenta retomada do crescimento econômico e à estabilização do câmbio, permitiu à autoridade monetária reduzir o nível da taxa básica da economia (Selic) e isso deve contribuir para a redução das taxas de juros aplicadas sobre o crédito rural no próximo Plano Agrícola e Pecuário.

Fonte: Notícias Agrícolas

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