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CONFIANÇA DA INDÚSTRIA É A MAIOR DESDE OUTUBRO DE 2013, DIZ PRÉVIA

 

A confiança da indústria aumentou em fevereiro, conforme prévia da Sondagem da Indústria realizada pela Fundação Geúlio Vargas (FGV). Ao bater 99,6 pontos, ou 0,2 ponto acima da marca de janeiro, o indicador atinge seu maior nível desde outubro de 2013, quando marcava 99,9 pontos. “A ligeira alta da confiança combinaria melhora das expectativas com piora das avaliações sobre o momento presente”, avalia a FGV no documento. Após cair 2,4 pontos em janeiro, o Índice de Expectativas (IE) aumentou 2,6 pontos na prévia de fevereiro, para 100,6 pontos — o maior desde setembro de 2013.

Fonte: ABAD

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CLIMA ECONÔMICO DO PAÍS ATINGE MELHOR AVALIAÇÃO EM QUASE CINCO ANOS, APONTA FGV

A avaliação do clima econômico do Brasil apresentou, em janeiro, o melhor resultado em quase cinco anos. Na Sondagem da América Latina, anunciada na quinta pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pelo instituto alemão IFO, houve saldo positivo de 1,5 ponto percentual no clima econômico latino-americano - melhor resultado desde abril de 2013 (1,6 ponto). No caso do Brasil, houve saldo positivo de 4,3 pontos no Índice de Clima Econômico (ICE) de janeiro, ante saldo negativo de 8,3 pontos na pesquisa anterior, de outubro do ano passado. Este foi o melhor resultado desde abril de 2013, quando o Brasil mostrou saldo positivo de 12,4 pontos, impulsionado por boas respostas sobre o cenário atual do país, informou Lia Valls, economista da fundação.

Fonte: ABAD

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VENDAS DO NATAL SOBEM 5,6%

O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio – Natal 2017, reverteu três anos consecutivos de queda e cravou o melhor desempenho desde 2011. Durante a semana da data comemorativa, de 18 a 24 de dezembro, as vendas subiram 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No final de semana do Natal (22 a 24 de dezembro), houve aumento de 0,8% em todo o País na comparação com o final de semana equivalente ao do ano anterior (16 a 18 de dezembro de 2016).

Fonte: Supermercado Moderno

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AGRONEGÓCIO TEM PERSPECTIVAS POSITIVAS PARA 2018

A melhoria para o crédito rural também é uma perspectiva para 2018. Essa será uma das reivindicações das entidades de defesa e representação do setor primário da economia brasileira. Com a redução da Selic para 7%, é preciso rever a situação dos juros e demais encargos cobrados nas operações de crédito agrícola que tornaram-se relativamente elevados. A estabilização da inflação, associada à lenta retomada do crescimento econômico e à estabilização do câmbio, permitiu à autoridade monetária reduzir o nível da taxa básica da economia (Selic) e isso deve contribuir para a redução das taxas de juros aplicadas sobre o crédito rural no próximo Plano Agrícola e Pecuário.

Fonte: Notícias Agrícolas

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